quinta-feira, janeiro 25, 2007

"Dreams"

Aproveitando uma passada rápida pela Sofia, dei uma olhadinha na pasta "incoming" pra colher os frutos do P2P.

E pra minha surpresa lá estavam eles!!! Varei noites e noites atrás dos arquivos e nunca completavam. Mas, valeu o esforço do Turbo 600!
Consegui a versão das músicas que eu queria em video, pois a discografia tenho há tempos.

E viva as fontes do Emule que resolveram me dar este presentão! Deixarei a letra e o link do video disponíveis, já que merecem destaque!

A respeito do video: uma das canções, em especial, é uma versão da música de outra banda chamada "Fleetwood Mac" que quase ninguém conhece (e eu sou craque nestas descobertas, modéstia à parte).
Quem tiver curiosidade de baixar a versão original vai notar o "glamour" da melodia, e cá pra nós, disso eu entendo.

A banda em questão é "The Corrs" e finalmente consegui o DVD unplugged deles (que não consegui baixar ano passado).

Para as gurias, com certeza, muitas lembranças sentimentais virão.
Pros barbados ficam os biotipos esculturais das moças, que traduzem o clima romântico, com muita sensualidade e talento - tanto instrumental quanto vocal.

Pena que não posso detalhar meu "sorriso margarina" - de orelha à orelha!





Link para o video

P.S = o link é pra abrir no You Tube! Não ia deixar aquela tela enorme no meu blog (rs).


Dreams
Fleetwood Mac
(versão acústica by The Corrs)

Now here you go again, you say you want your freedom
Well who am I to keep you down
It's only right that you should play the way you feel it
But listen carefully to the sound

Of your loneliness
Like a heartbeat drives you mad
In the stillness of remembering what you had
And what you lost
And what you had
And what you lost

Thunder only happens when it's raining
Players only love you when they're playing
yeh, women they will come and they will go
When the rain washes you clean you'll know, you'll know

Now here I go again, I see the crystal visions
I keep my visions to myself
It's only me who wants to wrap around your dreams and
Have you any dreams you'd like to sell

Dreams of loneliness...

You'll know, whoa-o-oa, you'll know

segunda-feira, janeiro 22, 2007

Thiene Leão, boa noite em que posso ajudar?

Esta semana foi pra lá de agitada. Correria daqui e dali... mas, inicialmente quero falar que "Deus" ouviu minhas preces. Como disse meu colega Paulo Réus - "ele sempre ouve, calma".
Se fosse realmente programado não teria dado tão certo!

Desde outubro/2005, quando entrei na Atento Brasil S.A existia a minha meta pessoal que era de ficar 1 ano e meio na célula de Suporte (hoje entitulada Suporte Fone, pós Unificação de Banda Larga-Discado e Speedy). Nestes mais de 14 meses passei por poucas e boas - avaliações ruins por não bater metas estipuladas, atestados e até mesmo faltas injustificadas por pura falta de saco. Passei por poucas e boas, bati boca, chorei, gritei aos quatro ventos tudo que ficava entalado na garganta e quase nada mudou. Vejam bem. quase...
Sou honesta em admitir que não houve um dia sequer em que eu tivesse algum desgosto por ver tantas coisas erradas. Sabe quando uma pessoa chega em uma empresa nova e nos 3 primeiros meses já sabe tudo de ruim? Pois é, fatos verídicos.
Desde que entrei na vida de "empregada assalariada" fui acostumada a ter liberdades. Carta branca, pró-atividade, liderança e controle de tudo, de uma certa forma. Assim foi no Universitário em Capão e também na Caixa Federal (nas agências em que permaneci mais tempo). A julgar por este histórico, na Atento não seria diferente. Será? Ai começa a história...

Empresas Multinacionais, principalmente na área de informática, nem sempre acertam o passo. Não estou querendo julgar (mas já julgando por um lado) a forma como são executadas as atividades em uma visão geral - administrativamente falando. Sei que neste tipo de segmento, áreas administivas, de recursos humanos e sindicatos dos trabalhadores não são perfeitos. A empresa paga pouco e nem sempre te valoriza da forma adequada. Na seleção para novos contratados e transferências de células sempre existem os "amigos", "amigos dos amigos" - todos os QI's possíveis (traduz-se QI's por "quem indica").
Sempre fui a empregada que vestia a camiseta totalmente, exceto quando eu realmente não julgava válido. Aqueles momentos que tu vê o fulaninho "subindo" porque tem padrinho e tu não... sabe??? Ou então quando numa noite entram 50 cabeças na tua célula e nem a metade tem qualidade suficiente e preparo pra estarem lá.
Posso falar de boca cheia que nunca fui puxa-saco de ninguém. Desde os funcionários da limpeza até mesmo o "grandão" são vistos e tratados de igual maneira por mim. Todos são seres humanos com qualidades e defeitos e nem sempre as oportunidades são iguais para todos.
Não penso que é certo ganhar nada na vida, em minha humilde opinião, sem esforço. Foi a partir do 5 mês nesta empresa que percebi que por mais tempo que levasse até que eu conseguir cumprir minha meta, ia dar certo. Querem saber porquê??? Certo, eu conto.

Nada/ninguém é insubstituível - e toda regra tem exceção. Sem citar as conhecidas "Leis de Murphy". Ou quem sabe a velha história de que um raio não cai 2X no mesmo lugar (mentira!!! cai sim!!! Porque comigo sempre acontece!!)

Existem os que passam a vida inteira remando/reclamando e nunca saem do lugar (e eu fazia parte deste barco enquanto estava na Caixa). Após sair do banco, com muitos empurrões e sermões de pessoas próximas, eu entendi que por mais que eu necessite de segurança e de renda fixa pra sobreviver é preciso ir adiante.
Sou honesta, guerreira, líder e tenho um caráter construído com muita base familiar (agradeço todos os dias por isso, diga-se de passagem) assim como tantos seres que eu conheço. Hoje, considero-me parte do grupo que trabalha pelo seu melhor, independente dos riscos que eu precise enfrentar pra chegar onde eu quero. Sei que estou no início de uma longa jornada, que NUNCA será fácil obter o que eu desejo em critérios de estabilidade e conforto. Talvez pros que leiam este post, minhas frases sejam repetições de muitas conversas e situações já vividas há tempos - mas pra mim é a ponta do iceberg.
Seria hipócrita se não assumisse que pensei em desistir de tudo. Traduzindo pela expressão idiomática... eu quis "chutar o balde". Não tenho paciência, muito menos "fineza" ao perceber injustiças. Não estou dizendo que não cometo erros (alguns graves), até porque se alguém conhecer a perfeição, POR OBSÉQUIO, me apresente! Estou dialogando extritamente sobre profissionalismo e coerência no campo profissional, ok?

Confesso que um dos meus maiores defeitos é ser ansiosa e "guria de apartamento". Às vezes falo cada merda que nem eu acredito que tudo aquilo saiu da minha boca, contudo me considero muito profissional. Agüento no osso certas falcatruas (engolindo sapos homéricos, diga-se de passagem), porque entendi que tudo é recompensado a seu tempo. Prova disso é que nesta semana fui indicada por um antigo supervisor de Suporte Fone para integrar a equipe da célula de Suporte Mail - que faz parte do setor de Backoffice.

Evolução em Contact Center

Continuo sendo contra "QI's" por apadrinhamento, pois no meu caso não estou em outro setor devido a este tipo de "seleção". Tive a oportunidade de conhecer e conviver com colegas e supervisores que merecem destaque pelas funções desempenhadas e com eles mudei um pouco meu jeito "8 ou 80". Nos primeiros meses, como já citei, minha visão estava focada unica e exclusivamente nos acontecimentos extra-célula, pois o ambiente de trabalho diurno foi capaz de provocar intensa ira. Quando tomei a decisão de fazer uma troca de horário não tinha a mínima noção, dados os fatos, de que era a escolha certa. Pus em risco todo um trabalho de acompanhamento de supervisão, onde começava a obter resultados, por pensar que trabalhar à noite facilitaria minha rotina. Não cheguei a cogitar que o perfil dos usuários noturnos era diferente, de que não conhecia um colega sequer pra dar uma força inicial - simplesmente cai de pára-quedas no caos. A tal unificação das células de suporte aconteceu e pra ser sincera eu cheguei a ficar em pânico por alguns dias. Estávamos todos no mesmo barco furado e com a canequinha na mão, tirando litros de água, pra lutar contra o naufrágio.

Hoje estou tranqüila, mas não parada. Depois de 5 supervisores, e múltiplos colegas de repartição nestes 8 meses noturnos, "larguei o fone" (classificados como soldados de infantaria ou vulgos "soldados à pé") onde estava completamente adaptada e desci 2 andares. Fiquei apreensiva e ao mesmo tempo feliz pela chance e confiança atribuídas a minha pessoa. O detalhe mais interessante é que estou começando praticamente do zero. As ferramentas de trabalho são outras, o clima do ambiente é outro. Resumindo: Andar novo, vida nova!

Posso dizer, sem sombra de dúvidas, que minha equipe será a futura elite do BO. O diferencial para a "descida", entretanto, foi a qualidade do meu trabalho. Não sentei em "colo" algum e nem mesmo o fato de eu ter perdido 14 Kg no último ano ajudaram. Não fiz dinâmicas em grupo e provas (atividades de seleção) que são requisitos neste caso e mesmo assim estou lá!
Continuo acreditando em potencial, merecimento e muito empenho pra chegar no produto desta equação que é o SUCESSO - com reconhecimento por serviços prestados e de pessoas e profissionais com os quais trabalhei e ainda trabalho.

Não poderia agradecer a uma única pessoa, mas sim à todos aqueles que desde os empurrões e sermões até mesmo feedbacks positivos e negativos me deram oportunidade de crescer e me fizeram entender que "boi lerdo bebe água suja".

Embora exista muita amizade em meu novo ambiente não sou cega à ponto de pensar que esta é base. Dou valor à tudo e todos que compôe meu universo profissional, mas os esteios que me proporcionaram a passagem e entrada neste novo caminho são maiores e mais fortes. Tenho certeza de que a partir de agora, mas que em qualquer outro momento da minha vida, é essencial cuidar do meu jardim.

É inevitável admitir: "Você sempre teve razão" (pausa... que m***, hein?).

Ser BO ou não ser BO... Eis a questão! (e a saga continua).


"C'EST LA VIE".




quarta-feira, janeiro 10, 2007

Este mês de janeiro promete :)

Pois bem, já estamos em 2007. Primeiras semanas do mês de janeiro, por certo. Tudo transcorrendo dentro do normal. Trabalho-casa-trabalho, algumas folgas e muitas idéias na cachola.
Lembrei que precisava comentar que 2006 não foi ruim - mas isso eu já tinha dito em outro post. Cumpri a promessa que havia me feito e continuo matendo. Mas, como assim? Apenas vejam.


Esta primeira era eu em 2005 e a outra é a versão 2006 (e sem photoshop... rs)


Mas vamos falar de outros assuntos, ok?

Alguns fatos ocorridos nestes primeiros dias de janeiro...

Como estava de folga nesta terça (maravilha de escala - tô muito p* da cara por isso), resolvi colocar o blog em dia. Ontem em meio a uma conversa pude ver que sou abençoada. Mas, porquê (devem-se perguntar). Simplesmente porque mesmo sem grana, sem minha faculdade, sem a felicidade que desejo mas que um dia há de chegar, sobretudo, eu tenho amigos. Descobri em uma conversa de 2h uma pessoa que já me passava algo muito bom, por convivência, mas que além do ambiente de trabalho batalha pacas na vida e é muito parecida comigo.

Sempre tive mais almigos homens, não somente por estar solteiraou á caça, mas porque me parece que a amizade masculina é mais verdadeira. Coisas que sinto, apenas... Tenho grandes amigas como a Lê e a Beth (digo, Amanda) e ontem acrescentei na minha lista mais uma pessoa especial - uma supervisora show de bola que trabalha na mesma empresa que eu. Como temos o mesmo horário de trabalho (praticamente), estes últimos meses a conheci através de alguns encontros extra-Atento. Primeiro fiquei mais próxima do noivo - porque estávamos no grupo da noite, onde meus outros colegas (todos homens), se reuniam no "beco" pra esperar a van. Conversa pra cá e pra lá, descobri que eles formam o estilo "Casal 20". São pessoas maravilhosas, que tu olha bem no fundo dos olhos e enxergas o quanto eles além de te quererem bem te dão força pra que tu possas progredir - ir adiante e quem sabe conseguir o teu melhor dentro da empresa. São o tipo de pessoas que tu não precisa ter medo em falar o que tu pensas, tão pouco oferecer ajuda - pois é isso que buscam... Confiança, amizade, lealdade -palavrinhas tão faladas e pouco traduzidas em atitudes ultimamente.
Fiquei muito feliz de ver que sou querida, mas não só pelos meus esforços, mas também pelo que expresso dia-a-dia. Dei muita risada quando ela disse: "Quando te vi a primeira vez te achei só mais uma louquinha na operação, mas o que eu vejo hoje é uma mulher que batalha muito, como pode, pra fazer o seu melhor"... Estas foi uma das frases que li, durante um papo na inet... E respondi: "Sabe, eu me sinto abençoada porque Deus olha por mim e me dá a chance de ter pessoas tão legais na minha vida e com certeza, és uma delas." "Tu contas comigo e eu conto contigo" ;)

Acordei com outro espírito depois deste papo. Mas como nada é perfeito, durante o dia aconteceram algumas coisinhas que me deixaram chateada - nao há de ser nada, seguir em frente é o mínimo que posso e devo fazer. TIC.

Pela tarde fiquei brigando com o w.bloggar, mas fui derrotada... Não sei se foi porque o Google incorporou o blogger que não estava rolando conexão pra postar, então voltei ao tradicional pra poder escrever aqui (ou seja, está lento e nem um pouco funcional). Configurei o Java, vamos ver se resolve! :/

Já estou com as idéias prontas pro meu novo projeto, além dos estudos. Financeiramente vai ser uma boa aposta, visto que não precisarei desembolsar nenhuma quantia absurda (aguardem). Estou bem animada, já que preciso manter a mente ocupada e aprender tudo que posso antes dos 30. Falo isso porque até lá tenho que me acertar e chegar onde eu quero - e sei que de grão em grão a galinha enche o papo!
Sair do BR exige um pouco mais do que apenas vontade, e vai sair da promessa em algum tempo tb, mas por enquanto deixa rolar...

À noitinha telefonamos pra Nathy e Fred e marcamos uma janta. Passamos no Zaffari, compramos umas smirnoff's, cevas, arroz e chocolates. O cardápio foi o "Frango à Fred" - traduzindo, frango ao molho vermelho com cenouras. Uma salada de tomates e alface, brócolis com ovo e arroz à curry... Como eu falei pra ele, "eu quero cozinhar igual a ti quando eu crescer" . Estava um espetáculo!!! :P
Pós-janta, fomos pra sala de TV. Enquanto a Nathy desenhava os mangás no PC - Amanda e Fred procuravam o que assistir, já que colocamos todo o papo em dia durante a preparação do jantar. Além de assistirmos MTV (o tal programa do Fudêncio, que é um sarro), vimos também a "Terapia do Amor" - da Igreja Universal (piadas à parte, foi interessante porque descobrimos que as pessoas infelizes nos relacionamentos se entregam ao homossexualismo e à bebida - vê se pode?????? rs). A Lully ficou me dando lambidas e pedindo carinho como sempre, mas eu não estava muito afim de "social" aquela hora.
Lá pelas tantas, após tirar um cochilo no chão, reclamei de dor nas costas. Coitadinho do Fred! Teve que se oferecer pra colocar minha coluna no lugar com direito à massagem pra eliminar meus nódulos de tensão em todo o lado esquerdo do corpo (eu nao mexia mais o pescoço de tanta dor). Fiquei apavorada quando ele virou minha nuca e ouvi aqueles estalos. Depois foi a vez da coluna, com direito a uma caminhada da Nathy sobre minhas costas. TUDIBOM!!! :D
E como sempre, vááárias lembranças no ar... TIC.

Saímos de lá por volta das 2:30 AM e chegando no apê testamos o climatizador que a Amandinha comprou. Putz, show de bola o negócio. Tem um efeito de umidificar que se aproxima de um ar-condicionado evaporando a água dentro de um reservatório interno. Baita investimento! Vou pensar nisso no próximo verão... rs.

Como estava sem sono e a Beth caiu na cama tentei matar a insônia vendo "La mala educación", de Almodóvar. Curti o filme, em especial um bolero famoso que me tira o ar sempre que escuto... (vou deixar a letra, óbvio!).
Estou desde às 6h da manhã pra deixar este post, mas o blogger não estava colaborando. Por fim esta ai!

Enquanto aguardo minha câmera digital, decidi que "o que os olhos não vêem o coração não sente". Sem explicações, at all.

Buenas, vou nessa que já está tarde, o sol está alto e preciso descansar. Boa noite! (ou seria Bom dia??)

Quizás, quizás, quizás
Sara Montiel

Siempre que te pregunto que ¿Cuándo? ¿Cómo? y ¿Dónde?
Tu siempre me respondes: Quizás, quizás, quizás
Y así pasan los días y yo desesperando y tú, tú contestando: Quizás, quizás, quizás.

Estás perdiendo el tiempo pensando, pensando
Por lo que tu más quieras hasta cuando, hasta cuando

Y así pasan los días y yo desesperando y tú, tú contestando: Quizás, quizás, quizás.

Por lo que tu más quieras hasta cuando, hasta cuando
Y así pasan los días y yo desesperando y tú, tú contestando:

Quizás, quizás, quizás.

terça-feira, janeiro 09, 2007

Adeus 2006 e BEM-VINDO 2007!


Cheguei na praia dia 30/12 ás 9h. Minha irmã estava me esperando no rodoviária, toda faceira e com saudades. Quando cheguei em casa, minha mãe tb estava feliz por me ver (não é pra menos, pois fazia alguns meses que não os visitava). Tomei um solzinho leve, dormi um pouco e me arrumei pra ir pra Tramandaí.
Encontrei o César e o Junior lá, passeamos no centrinho e fomos pra party com techno (tava bem legal). Saímos de lá às 6h do dia 31/12, passei no Hotel pra tomar café com meu pai e fui dar um abraço na Vó. Tomamos outro café e nessa visita ganhei R$ (presentes de natal e aniversário atrasados - já que minha Vó tb é minha madrinha). Muita conversa, albuns de fotos da familia e despedida (minha Vó queria que eu ficasse lá).

Pegamos o bus das 10h, e quando chegamos à Capão 1h depois, cada um em suas casas, nos arrumamos e fomos pro mar. Se tu me vissem não me reconheceriam: Estava de biquini colorido e sainha de lycra "di mattos"(da minha irmã que peguei emprestada) e chinelinhos combinando. Não deixei que tirassem foto,pq ia ser muito mico. :P
Como estava muito, mas MUITO branca, fiquei um camarão embora estivesse com guarda-sol. Aliás, não fui somente eu... todos nós (Aline, César e Junior).
Saímos da praia às 15h e até ai tava tudo bem; o momento "dor" começou depois que acordei da "sesta". Olhei no espelho e o que me lembrei automáticamente foi de um frango assado - eu tava toda vermelha. Na verdade, confesso que estou parecendo uma leitoa - BEM rosa!!!

Acordei às 21h do dia 31/12, tomei um banho rápido, não fiz chapinha e coloquei roupas que NUNCA achei que usaria. Uma frente única branca com as costas todas abertas pra facilitar, já que estava dolorida do torraço. Só não coloquei saia pq minhas pernas estavam rosas e não ia deixar à mostra. :P
Caminhei 20 min com a garrafa de espumante em mãos, com a Jennifer à tira-colo, pra chegar na Beira-mar. Começamos a procurar os familiares do Junior (que saíram antes de casa), sem sucesso. AS RUAS ESTAVAM COMPLETAMENTE LOTADAS (mais do que em todos os 4 anos que morei lá). Paramos pra estourar a champagne à 0h, sem abraços (estávamos TODOS queimados) - mas estava bem legal. Após 1h de procura, conseguimos achá-los. Nenhum telefone funcionava, era o caos total (tentei ligar pruns amigos que tavam lá, sem sucesso). Resolvemos sentar num boteco ali no centro - O Gut Gut, vejam a fotinho ao lado. Tava rolando um som acústico bem bacana, e sabíamos que ali era o point do movimento. Tomei um copo de cerveja, bati papo com a
irmã do Junior (Aline - que tava caçando os bonitões com namoradas). Não avistei conhecidos, nem ex - fiquei impressionada, visto que a cidade é pequena e sempre dou de cara com alguém.

Saímos do centro às 3h, parei pra comprar um "Krepe" - que fazia anos que eu não comia. Mais 20 min de caminhada e cai na cama com ventilador de teto (de bruços, pq as costas latejavam horrores).

Acordei às 13h de 01/01, com uma ligação da Liz e Renato desejando Feliz 2007 . Meu
pai já estava em casa e minha mãe colocou o almoço na mesa. Conversei um pouco com ele e comecei a arrumar as sacolas pra voltar - meu bus saia às 17:15PM.
Rolou um pequeno stress em função dos meus livros que deixei lá, já que minha mãe quer fazer uma limpeza e torrar tudo na churrasqueira Separei minhas coisas e deixei tudo limpo no armário, sendo assim não teria motivos pra mexer e me acusar de ser "lixeira" e
guardar papéis desnecessários.
Após tomar um banho rápido e trocar de roupa, sai voando pra rodoviária. Como sempre, tinha que esquecer alguma coisa - meu tamanco. A Jê chegou a correr em casa pra buscar, mas não deu tempo. Liguei pro César e pedi que ele passasse lá pra pegar.

3h de viagem, Free-way lotada... mas o bus tinha ar condicionado. Desci na rodoviária direto pro trampo. Cheguei na Atento e já gritei: NADA DE ABRAÇOS! parece que nestas horas todos querem te apertar e desejar felicidades pelo Ano Novo (socorro!!!!!).

Este foi o resumo dos meus últimos momentos de 2006 e início de 2007...

(já que o w.bloggar não tah funcionando, tive que postar pelo habitual mesmo).

No próximo post faço um geral destas primeiras semanas de janeiro. TIC.